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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Passeriformes
Subordem: Passeri
Parvordem: Passerida
Família: Thraupidae
 Cabanis, 1847
Subfamília: Sporophilinae
 Ridgway, 1901
Espécie: S. plumbea

Nome Científico

Sporophila plumbea
(Wied, 1830)

Nome em Inglês

Plumbeous Seedeater


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Patativa

A patativa (Sporophila plumbea) é uma ave passeriforme da família Thraupidae. Conhecida também como patativa-da-serra, patativa-do-cerrado, patativa-da-amazônia, patativa-do-campo, patativa-verdadeira, extravagante.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (grego) sporos semente; philos que gosta, amigo; e do (latim) plumbea, plumbeus, plumbum = cor de chumbo, chumbo. ⇒ (Ave) cor de chumbo que gosta de sementes.

Características

Mede entre 10,5 e 11 centímetros de comprimento e pesa entre 8,8 e 12 gramas.
O macho é cinza-azulado, as fêmeas e jovens pardos mais claros nas partes inferiores. A coloração do bico varia entre o negro e o cinzento.
Há regiões em que as populações apresentam o bico amarelo, sendo que, recentemente, foi demonstrado que se trata de uma espécie distinta: patativa-tropeira Sporophila beltoni.
Seu canto é um dos mais finos e melodiosos de nossa avifauna. Às vezes imita outras espécies, como o bem-te-vi.

Subespécies

Possui três subespécies reconhecidas, sendo duas com ocorrência no território brasileiro:

Fotos das subespécies de (Sporophila plumbea)
(Ssp. plumbea) (Ssp. whiteleyana) (Ssp. columbiana)

Alimentação

Essencialmente granívoro mas em certas situações também pode alimentar-se de insetos.

Reprodução

Faz ninho na forma de uma xícara aberta e rala. Cada ninhada geralmente tem entre 2 e 3 ovos, tendo de 2 a 4 ninhadas por temporada. Os filhotes nascem após 13 dias.

Hábitos

Varia de incomum a localmente comum em campos com gramíneas altas, cerrados, vegetação à beira de rios, buritizais e outros locais pantanosos. Vive em pequenos grupos, às vezes associados com outros pássaros que se alimentam de sementes.

Distribuição Geográfica

Presente em duas regiões disjuntas:

  1. na Amazônia, nos estados de Roraima, Amapá e Pará (Ilha de Marajó); Constitui a subespécie whiteleyana, conforme descrita acima.
  2. do Mato Grosso ao Piauí e noroeste da Bahia, em direção sul até o Rio Grande do Sul, estando ausente dos estados litorâneos até o norte de São Paulo. Migra durante o inverno nas áreas mais ao sul (como Santa Catarina), aparentemente por falta de alimento. Encontrada também nas Guianas, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai e Argentina. Constitui a subespécie plumbea.

Referências

Galeria de Fotos